sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Bernardo disfarçou-se de turista e viajou infiltrado pelo país

Partilhamos abaixo o artigo do Público, de 7/11/2017:

"Quis olhar para o sector do turismo em Portugal como estrangeiro e, para isso, disfarçou-se durante um mês e meio. Bernardo Gaivão foi "Turista infiltrado" à saída do aeroporto ou visitas guiadas. Há clichés que se confirmam, garante, mas também boas surpresas

Em entrevista ao P3 a partir de Washington D.C., nos Estados Unidos, o lisboeta admite que já perdeu a conta a quantos países visitou. Ser turista nas regiões portuguesas que já conhecia — e nas outras também — tornou-o num viajante mais atento aos pormenores. Mas houve alturas em que o disfarce caiu. Além destas histórias, Turista infiltrado reflecte um pouco do trabalho que Bernardo Gaivão leva a cabo na Academia Pordata, há já vários anos. O livro compila dados estatísticos sobre o turismo do sector em Portugal e levanta algumas questões, mais do que pertinentes por estes dias. "Para olhar para os dados tenho necessariamente que me lembrar outra vez que sou português."


Como te tornaste num Turista infiltrado?

Planeava uma viagem ao Egipto com um grupo de amigos quando surgiu a discussão habitual: quais as prioridades? As pessoas costumam dividir o tempo pelo dinheiro e o dinheiro pelo tempo. Começamos, inconscientemente, a fazer comparações e paralelismos com Portugal. Já tinha escrito crónicas de viagem e pensei que seria giro fazer algo semelhante para Portugal. A ideia foi crescendo e tornou-se numa análise mais detalhada do sector do turismo, mas sempre do ponto de vista de quem nos vê de fora e não conhece as dificuldades ou os obstáculos, só vê o produto final. Do ponto de vista do cliente, no fundo.


A viagem enquanto falso turista correspondeu às tuas expectativas?

Sim e não. Sim, porque, em algumas situações, os problemas que achei que ia encontrar foram exactamente aqueles que encontrei. Onde as histórias e os clichés vivem de acordo com as expectativas, como o taxista que engana alguém a voltar do aeroporto e o restaurante que cobra um bocadinho mais quando se é turista. Enquanto um português se senta à mesa, pede uma imperial e vem uma imperial de tamanho normal, se for um turista inglês, por exemplo, é-lhe trazido logo uma caneca. Também fiquei surpreendido, em algumas situações, com a falta de cuidado, de profissionalismo, de método e de brio no trabalho que algumas pessoas tinham. O Algarve foi tal e qual como eu estava à espera que fosse, mas fiquei surpreendido com a zona de Tavira. Apesar de ser algarvia, não vendeu tanto a alma ao turismo.


Achas que o rápido crescimento no turismo pode explicar a falta de profissionalismo no sector de que falas? 

Grande parte do problema está aí. Não sei os números de cor, mas tenho ideia de que o sector do turismo cresce à volta dos 3% ao ano, a nível mundial. Em Portugal, nos últimos anos, tem crescido à volta dos 10%. Isto é uma subida grande e nem sempre temos a infra-estrutura preparada para a acompanhar. Quando olhamos para os operadores e para o nível de qualificação destes vemos que a grande maioria não tem qualquer tipo de qualificação para trabalhar no sector, nem sequer outro tipo de qualificação. Se olharmos apenas para os operadores turísticos e considerarmos a formação técnico-profissional e o ensino superior, a percentagem anda à volta dos 20%. Já no sector do enoturismo exige-se uma preparação um bocadinho melhor, não se consegue improvisar tanto, a percentagem de qualificação é mais alta e chega aos 50%. Por isso é que digo no livro que o sector do enoturismo surpreende pela positiva: estava mais bem preparado, mais cuidado.


Consideras que conseguiste ter o tal olhar “de fora para dentro” face a Portugal?

Em grande parte das situações, sim. Houve duas ou três ocasiões em que tive de deixar cair o disfarce porque não aguentava mais, já estava a ser tudo demasiado abstracto. Embora ache que consegui ter a perspectiva de quem está de fora e vê as cidades e as principais regiões turísticas com uma luz diferente, este detalhe em que entrei — olhar para os dados e tentar observar as tendências e perceber onde estava o problema — é um detalhe até onde um turista normal não vai. Nesse aspecto peco um bocadinho, porque não consigo ser imparcial. Para olhar para os dados tenho necessariamente que me lembrar outra vez que sou português.


O que te custou mais nesse disfarce?

No princípio foi tentar disfarçar a língua. Por muito bem que fale inglês ou castelhano, qualquer pessoa com um bocadinho de atenção perceberia que eu não era nativo. Tentava mascarar-me de alguma outra nacionalidade e falava inglês como segunda língua. Tinha medo de ser “apanhado”. Numa fase mais avançada tornou-se um bocadinho cansativo ter que estar sempre com a guarda levantada, arranjar uma solução diferente, mais ou menos criativa, para fazer check in nos hotéis. Se chego a hotel e tenho que revelar, como acabei por fazer em Évora, o que estava a fazer, isso pode comprometer o resultado final.


Qual a situação mais caricata que viveste?

A mais absurda e revoltante foi a história das caves do vinho do Porto: é completamente transcendente que um guia do Porto nunca tenha entrado numas caves. Mas o mesmo se poderia dizer dos guias de Lisboa; os dos tuk tuks, então, não fazem a mínima ideia do que estão a falar, não têm a mínima preparação. Lembro-me que em Évora tive um dia complicado. O hotel onde ia ficar estava fechado, não consegui ninguém que me ajudasse, estava a querer interagir com alguém que ajudasse um turista e ninguém o fazia. Fiquei bloqueado. Mas é mesmo assim: ou vamos directamente do shuttle do aeroporto para o hotel ou então não há um acompanhamento tão grande dos turistas em Évora como há em Lisboa ou no Porto, por exemplo.


És ou vais ser um turista diferente depois desta experiência?

Sim. Para começar, sou bastante mais crítico. Quando visitei Washington D.C., fiz duas ou três visitas guiadas diferentes e fiquei surpreendido porque é exactamente igual a Lisboa: estes tipos também não fazem a mínima ideia do que estão a fazer. Não sabiam em que ano foi fundada a cidade, não explicavam nada. Não teria reparado nisto se não tivesse feito o exercício em Portugal.


Onde começa a linha que separa uma cidade preparada para o turista e uma cidade menos autêntica?

Pegando no caso do Porto, conheci um dono do restaurante que, com um ar indignado, me dizia que já chega, como se fosse um botão que se liga e desliga. E algumas pessoas dizem que abrimos a caixa de Pandora e agora é impossível voltar a fechá-la. Mas as coisas não são assim tão preto no branco. Sim, temos de manter um bocadinho do que nos torna autênticos e únicos e que é a nossa tradição, mas não nos podemos esquecer do que era Portugal há dez anos e o que eram as zonas nobres das cidades do Porto e de Lisboa — degradadas, abandonadas, vazias — e que, graças a este fluxo de capital, estão reabilitadas. Não vale a pena refilar e pedir que alguém — “eles”, como se costuma dizer — faça isto ou aquilo. Quem faz somos nós, cidadãos, individualmente. Não há nada que o Turismo de Portugal ou o Governo possam fazer. Ao final do dia, nós é que escolhemos se trabalhamos com turistas ou com portugueses.


Logo no primeiro capítulo descreves o taxista que te transportou do aeroporto de Lisboa para o centro da cidade como “uma figura típica portuguesa, representação fiel do tradicional Zé Povinho”. Não tens receio de ter caído no cliché?

Quando estava a escrever o livro pensei exactamente nisso. Mas é mesmo verdade, os clichés nasceram de algum lado. Apanhei não sei quantos taxistas em Lisboa e não eram todos iguais. E, a bem dizer, hoje em dia, sendo turista num aeroporto, nem me enfiava num táxi, apanhava logo um Uber ou o metro. Há clichés, mas também há situações em que o cliché não é bem aquilo que eu procurava e o exemplo do Algarve é óptimo. Termino o livro a dizer que a região de que gostei menos foi o Algarve, porque vendeu a alma, mas a mais gira também foi o Algarve. É um paraíso no meio daqueles néons e da confusão da Estrada Nacional 125, há um espaço para respirar.


A diferença nos preços praticados e o cross selling não se associam muito ao turismo em Portugal, mas tu encontraste alguns exemplos. Surpreendeu-te?

Já estava à espera, mas, para ser honesto, só me aconteceu em Lisboa e em menor escala no Porto. Também tem a ver com a estrutura da viagem que fiz, pois quis experimentar pacotes organizados onde não há tanta abertura para outras coisas. No Alentejo levaram-nos a uma loja de cortiça, nitidamente uma acção de cross selling, mas foi a única. Não é muito comum em Portugal como é, por exemplo, no Egipto. Mas existe e é das piores coisas que me podem fazer em viagem.


Com que imagem de Portugal ficaram os turistas com quem te cruzaste?

Vou cair no cliché outra vez: todos dizem que a simpatia e a maneira como são recebidos são fundamentais. Só por isso queriam voltar. Depois falam do bom tempo e do vinho, mas, surpreendentemente, ouvi mais críticas à comida do que estava à espera. Dizem que comemos muitas batatas fritas e muito arroz, faltam legumes, o que será também uma característica dos restaurantes turísticos, mais presentes nas zonas históricas, e que não são os melhores (como sabemos). Esse foi o mito que quebrei. Realisticamente, duvido que a grande maioria volte, especialmente os da Europa do Norte. Na próxima vez vão procurar um destino diferente porque querem ver uma coisa nova. Apontam ainda o facto de sermos um povo carregado de histórias, muito orgulhoso.


Alguma vez te fartaste de turistas e de ser turista?

Quando cheguei ao Alentejo, encontrei uma pasmaceira tão grande em Arraiolos que, deitado numa rede, à sombra, só me apetecia ficar ali e descansar, sem me preocupar mais com camionetas, comboios, aviões, idas e chegadas, guias. Já estava farto de tudo. As conversas são sempre as mesmas, de circunstância; ao fim de uma ou duas semanas tornam-se cansativas. Muito.


Apostaste muito nos números e nas estatísticas. É um defeito profissional ou um interesse?

Ambos. Trabalhando na Pordata desde o início do projecto, claro que já tive de criar um amor pelos números. Caso contrário, estava tramado. O que acontece é que, infelizmente, grande parte dos números que existem sobre o turismo não estão disponíveis facilmente e não são rigorosos. É preciso uma Pordata só para o turismo, quase. Este foi logo o meu primeiro problema. Quando comecei a pensar na ideia do livro, por curiosidade fui à Pordata ver quantos turistas escolhem Portugal. Não existe um número e isso faz sentido. Se eu for passear à Madeira, sou um turista nacional, mas não vou ligar para o Instituto Nacional de Estatística a informar que vou. Como é que o Governo sabe que eu lá fui? Se calhar, pelos aviões — e o tipo de dados que temos é este. Conseguimos saber os números de hóspedes em hotéis, as visitas registadas pelos operadores e as receitas dos aparelhos turísticos. Se queremos melhorar a qualidade do nosso turismo, temos que apostar em dois factores: a transparência e os dados e análise. É um trabalho difícil, mas tem de ser feito. O turismo em Portugal continua a crescer, em geral também na Europa, e nós estamos na ponta da lança. Temos que dar o exemplo aos outros."

Stopover Istambul

A Turkish Airlines tem um novo projecto - STOPOVER ISTAMBUL - que permite aos passageiros desfrutarem de uma estadia gratuita em Istambul. Os passageiros que tenham uma ligação superior a 20 horas, poderão obter uma estadia gratuita de 1 ou 2 noites, em hotel de 4* ou 5*, consoante a viagem seja em económica ou executiva.

As 5 luas de mel mais originais

Cruzeiro na amazónia


Já se imaginou na Amazónia, a bordo de um cruzeiro, numa cabine confortável com uma excelente vista do rio e da floresta tropical? 

Na sua viagem entre o Brasil, o Peru e o Equador, irá esquece rapidamente sua vida agitada e partir à aventura. Este programa promete-lhe encontros inesquecíveis com diferentes grupos étnicos da região, passeios guiados na selva e encontros com a vida selvagem.

Lapónia


Na Lapónia irá encontrar lagos congelados e paisagens deslumbrastes, que pode descobrir com passeios de jet-ski e de trenó.
Imagine alugar uma pequena cabana de madeira, perdida na natureza e adormecer à noite, junto à lareiram enquanto admira a aurora boreal da sua janela. Será inesquecível!


Road trip pelos EUA


Quer seja de carro, van ou mota, o que acha de seguir a Route 66 até Chicago? Pode parar em motéis românticos ao longo do caminho e não se esqueça de visitar destinos emblemáticos como o Grand Canyon ou Yosemite. Dica de viagem: faça uma paragem em Las Vegas, para renovar seus votos e experimentar um casamento americano!

Expresso do Oriente


Se procura aliar luxo à aventura, o Expresso do Oriente é para si! Este mítico e luxuoso comboio, que viaja pela Europa, irá mostrar-lhe paisagens inesquecíveis. Uma lua de mel com o conforto de um ambiente misterioso, luxuoso e refinado expresso.

Islândia


Lagoas esmeralda, neve, piscinas naturais de água queste... É difícil encontrar um país mais romântico do que a Islândia! Até Abril, a Islândia tem uma experiência única para lhe oferecer: uma visão das auroras boreais da banheira de hidromassagem do seu quarto de hotel.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Portugal eleito o melhor destino turístico do Mundo nos World Travel Awards

Portugal venceu ontem (10/12/2017) o prémio de melhor destino turístico. Para além desse prémio, Portugal recebeu outros galardões, entre os quais a cidade de Lisboa conquistou, pela primeira vez, o prémio de "Melhor Destino para "City Break" do Mundo". A lista de candidatos à final englobava Brasil, Grécia, Maldivas, EUA, Marrocos, Vietname, entre outros. Assim, Portugal tornou-se o primeiro país da Europa a receber este prémio.

Fonte: RTP

Lista Negra das Companhias Aéreas na UE

A lista completa das companhias aéreas proibidas na União Europeia foi divulgada pela APAVT (Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo).

Venezuela:
AVIOR AIRLINES 

Suriname:
BLUE WING AIRLINES 

Irão:
IRAN ASEMAN AIRLINES 

Iraque:
IRAQI AIRWAYS 

Nigéria:
MED-VIEW AIRLINE 

Zimbabwe:
AIR ZIMBABWE 

Afeganistão:
AFGHAN JET INTERNATIONAL AIRLINES 
ARIANA AFGHAN AIRLINES 
EAST HORIZON AIRLINES 
KAM AIR 
SAFI AIRWAYS 

Angola:
AEROJET 
AIR GICANGO 
AIR JET 
AIR NAVE 
AIR26 
ANGOLA AIR SERVICES 
DIEXIM 
FLY540 
GIRA GLOBO 
HELIANG 
HELIMALONGO 
MAVEWA 
SONAIR 

República do Congo:
AERO SERVICE 
CANADIAN AIRWAYS 
EMERAUDE 
EQUAFLIGHT SERVICES 
EQUAJET 
EQUATORIAL CONGO AIRLINES S.A. 
MISTRAL AVIATION 
TRANS AIR CONGO 

República Democrática do Congo:
AIR FAST CONGO  
AIR KASAI 
AIR KATANGA 
AIR TROPIQUES 
BLUE AIRLINES 
BLUE SKY 
BUSY BEE CONGO 
COMPAGNIE AFRICAINE D’AVIATION 
CONGO AIRWAYS 
DAKOTA SPRL 
DOREN AIR CONGO 
GOMAIR 
KIN AVIA 
KORONGO AIRLINES 
MALU AVIATION 
MANGO AIRLINES 
SERVE AIR 
SERVICES AIR 
SWALA AVIATION 
TRANSAIR CARGO SERVICES 
WILL AIRLIFT 

Djibouti:
DAALLO AIRLINES

Guiné Equatorial:
CEIBA INTERCONTINENTAL 
CRONOS AIRLINES 

Eritreia:
ERITREAN AIRLINES 
NASAIR ERITREA 

Gabão:
AFRIC AVIATION 
ALLEGIANCE AIR TOURIST 
NATIONALE REGIONALE TRANSPORT (N.R.T) 
SKY GABON 
SOLENTA AVIATION GABON 
TROPICAL AIR-GABON 

Indonésia:
AIR BORN INDONESIA 
AIR PACIFIC UTAMA 
ALDA TRANS PAPUA 
ALFA TRANS DIRGANTARA 
AMA 
ANGKASA SUPER SERVICE 
ASI PUDJIASTUTI 
AVIASTAR MANDIRI 
DABI AIR NUSANTARA 
DERAYA AIR TAXI 
DERAZONA AIR SERVICE 
EASTINDO 
ELANG LINTAS INDONESIA 
ELANG NUSANTARA AIR 
ENGGANG AIR SERVICE
ERSA EASTERN AVIATION 
GATARI AIR SERVICE 
HEVILIFT AVIATION 
INDONESIA AIR ASIA EXTRA 
INDONESIA AIR TRANSPORT 
INDO STAR AVIATION 
INTAN ANGKASA AIR SERVICE 
JAYAWIJAYA DIRGANTARA 
JOHNLIN AIR TRANSPORT 
KAL STAR AVIATION 
KARTIKA AIRLINES 
KOMALA INDONESIA 
KURA-KURA AVIATION 
MARTA BUANA ABADI 
MATTHEW AIR NUSANTARA 
MIMIKA AIR 
MY INDO AIRLINES 
NAM AIR 
NATIONAL UTILITY HELICOPTER  
NUSANTARA AIR CHARTER 
PEGASUS AIR SERVICES 
PELITA AIR SERVICE 
PENERBANGAN ANGKASA SEMESTA 
PURA WISATA BARUNA 
RIAU AIRLINES 
SAYAP GARUDA INDAH 
SMAC 
SPIRIT AVIATION SENTOSA 
SRIWIJAYA AIR
SURYA AIR 
TRANSNUSA AVIATION MANDIRI 
TRANSWISATA PRIMA AVIATION 
TRAVEL EXPRESS AVIATION SERVICE  
TRAVIRA UTAMA 
TRI MG-INTRA ASIA AIRLINES 
TRI MG-INTRA ASIA AIRLINES 
TRIGANA AIR SERVICE  
UNINDO 
WESTSTAR AVIATION INDONESIA 
WING ABADI AIRLINES

Quirguistão:
AIR BISHKEK 
AIR MANAS 
AVIA TRAFFIC COMPANY 
CENTRAL ASIAN AVIATION SERVICES (CAAS) 
HELI SKY 
AIR KYRGYZSTAN 
MANAS AIRWAYS 
S GROUP INTERNATIONAL 
SKY BISHKEK 
SKY KG AIRLINES 
SKY WAY AIR 
TEZ JET 
VALOR AIR 

Líbia:
AFRIQIYAH AIRWAYS 
AIR LIBYA 
BURAQ AIR 
GHADAMES AIR TRANSPORT 
GLOBAL AVIATION AND SERVICES 
LIBYAN AIRLINES 
PETRO AIR 

Nepal:
AIR DYNASTY HELI. S. 
AIR KASTHAMANDAP 
BUDDHA AIR 
FISHTAIL AIR 
GOMA AIR 
HIMALAYA AIRLINES 
MAKALU AIR 
MANANG AIR PVT LTD 
MOUNTAIN HELICOPTERS 
MUKTINATH AIRLINES 
NEPAL AIRLINES CORPORATION 
SAURYA AIRLINES 
SHREE AIRLINES 
SIMRIK AIR 
SIMRIK AIRLINES 
SITA AIR 
TARA AIR 
YETI AIRLINES DOMESTIC 

São Tomé e Príncipe:
AFRICA'S CONNECTION 
STP AIRWAYS 

Serra Leoa:
AIR RUM, LTD 
DESTINY AIR SERVICES, LTD 
HEAVYLIFT CARGO 
ORANGE AIR SIERRA LEONE, LTD 
PARAMOUNT AIRLINES, LTD 
SEVEN FOUR EIGHT AIR SERVICES, LTD  
TEEBAH AIRWAYS 

Sudão:
ALFA AIRLINES SD 
BADR AIRLINES 
BLUE BIRD AVIATION 
ELDINDER AVIATION 
GREEN FLAG AVIATION 
HELEJETIC AIR 
KATA AIR TRANSPORT 
KUSH AVIATION CO. 
NOVA AIRWAYS 
SUDAN AIRWAYS CO. 
SUN AIR  
TARCO AIR 

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Estrelas Michelin em Portugal

Portugal recebeu, na passada noite, mais duas estrelas Michelin: 

"Estrelas é mais Michelin: Portugal recebeu esta noite mais duas, com os restaurantes Vista e Gusto a juntar-se às 21 que já brilhavam no nosso firmamento gastronómico. O José Augusto Moreira mostrou-nos o menu e ouviu os chefs prometer: "Vamos trabalhar todos os dias para continuar a merecê-la"."

Fonte: Público

VIAGENS DE COMBOIO PELO MUNDO - AUSTRÁLIA


De Darwin a Adelaide, o Ghan propõe uma viagem de 2979 km/h em 54 horas (4 dias e 3 noites). Este itinerário, a partir dos X $, inclui 3 noites a bordo, todas as refeições e ainda algumas paragens em locais para realizar tours. Para um serviço de luxo, poderá optar pelo Serviço Platina, no qual irá dispor de quarto, casa de banho e acesso a zonas restritas.

VIAGENS DE COMBOIO PELO MUNDO - COSTA A COSTA (EUA)




Uma viagem que tem partida em Nova Iorque e chegada a San Francisco, passando por Washington DC, Chicago, Denver, Grand Canyon, Los Angeles, Hollywood e San Francisco, entre outros locais.
Great Rail Journeys apresenta um proposta de 20 dias, a partir de 5.274€ por pessoa, que inclui todos transferes necessários, estadia de 15 noites em hóteis ao encargo da empresa ferroviária, 1 noite  no transatlântico RMS Queen Mary e 3 noites a bordo em roomette (refeições incluídas). 

VIAGENS DE COMBOIO PELO MUNDO - ÁFRICA DO SUL



A imagem acima parece retirada do website de um hotel, mas, na realidade, retrata uma luxury suite do Blue Train. Este comboio oferece-lhe dois itinerários: Pretoria - Cidade do Cabo - Pretoria, com a duração de 27 horas; e Pretoria - Hoedspruit - Pretoria. Durante a viagem, terá a oportunidade de visitar alguns locais, fazer excursões e até provas de degustação de vinhos premiados. Se optar por ficar numa luxury suite, terá direito a um quarto que se assemelha ao de um hotel, incluindo uma casa de banho privada, com banheira.

VIAGENS DE COMBOIO PELO MUNDO - DE LONDRES A MARRAQUEXE



Partindo de Londres, e rumo a Paris pelo Eurostar, poderá fazer uma pausa na viagem que terá pela frente e aproveitar o que esta fantástica cidade tem para lhe oferecer. Se quiser chegar a Barcelona ao final do dia, deverá partir de Paris pelo início da tarde a bordo do TGV. Para descansar um pouco, o ideal seria pernoitar em Barcelona. Barcelona é uma cidade lindíssima, que respira arte. Terá, certamente, muito hotéis fantásticos por onde escolher! Pela manhã, poderá apanhar o AVE rumo a Algeciras. Chegará por volta as 17h40, mas terá a oportunidade de fazer umas quantas paragens pelo caminho. Esta viagem, em particular, revelar-lhe-à paisagens inesquecíveis. Quando chegar, pode aproveitar para pernoitar no sul de Espanha, mas se não se sentir verdadeiramente cansado, pode apanhar o autocarro para Tarifa e o ferry para Tânger logo de seguida. Pode também fazer esta viagem diretamente do porto de Algeciras para o de Tânger. Chegado a Tânger, só terá de viajar até Marraquexe pela Moroccan Railways! Se quiser realizar esta viagem durante a noite, poderá solicitar uma cama.

VIAGENS DE COMBOIO PELO MUNDO - JAPÃO



Já pensou em visitar o Japão a bordo de um comboio ultra-rápido? Pois bem, a Japan Rail Pass tem, ao seu dispor, uma vasta gama de itinerários a serem realizados nestes comboios. Por atingirem velocidades até aos 320 Km/h, poderá aproveitar da melhor forma a sua estadia no Japão. Por exemplo, uma viagem de Tóquio a Quioto demora cerca de 2h50. Terá a opção de adquirir bilhetes de primeira classe (fotografia acima), mas a reserva de lugares é gratuita independentemente da classe em que decida viajar. Os bilhetes começam nos 7 dias (poderá mudar de comboio e itinerário quando desejar) e vão até aos 21 dias.

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

VIAGENS DE COMBOIO PELO MUNDO - ÍNDIA



A Diverse Destination possui um vasto leque de viagens pela Índia, abarcando paragens como o Taj Mahal, Goa e muitos locais arqueológicos. Todas as suas opções assentam numa base de luxo: os ocupantes têm direito a quarto, casa de banho privada, refeições requintadas e as carruagens até dispõem de SPA.

VIAGENS DE COMBOIO PELO MUNDO - ÁRTICO


Uma viagem com paragem em diversos locais, entre os quais Estocolmo, Oslo e Narvik, este último no Círculo Polar Ártico. Dependendo da estação em que viajar, poderá observar auroras boreais.
A Great Rail Journeys apresenta um proposta de 15 dias que engloba todos os pequenos-almoços e refeições predeterminadas (um almoço e onze jantares). Estadia de 15 noites em hóteis ao encargo das empresas ferroviárias. Também estão incluídos os voos de Londres para Estocolmo (ida e volta), de onde parte o comboio. 

VIAGENS DE COMBOIO PELO MUNDO - CANADÁ

Enjoy complimentary drinks including regional BC wines

Pode atravessar todo o Canadá com a Canadian Train Vacations ou realizar viagens a locais e cidades mais específicas com a Rocky Montaineer. Os itinerários possíveis são múltiplos! Se decidir viajar de comboio, não pode deixar de ver as Cataratas de Niagára, as famosas Canadian Rockies, a cidade de Vancouver, entres tantos outros destinos.
A estadia em hotéis está ao encargo das empresas ferroviárias e as viagens são realizadas em regime de pensão completa. Tours e excursões podem ser realizadas nos vários destinos.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

ALIANÇAS AÉREAS - SKY TEAM


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Sky Team - companhias aéreas:
  • Aeroflot (Rússia)
  • Aerolíneas Argentinas (Argentina)
  • Aeroméxico (México)
  • Air Europa (Espanha)
  • Air France (França)
  • Alitalia (Itália)
  • China Airlines (Taiwan)
  • China Eastern (China)
  • China Southern (China)
  • Czech Airlines (República Checa)
  • Delta Airlines (EUA)
  • Garuda Indonesia (Indonésia)
  • Kenya Airways (Quénia)
  • KLM Royal Dutch Airlines (Países Baixos)
  • Korean Air (Coreia do Sul)
  • Middle East Airlines (Líbano)
  • Saudia Airlines (Arábia Saudita)
  • Tarom (Roménia)
  • Vietnam Airlines (Vietname)
  • Xiamen Airlines (China)

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

ALIANÇAS AÉREAS - STAR ALLIANCE

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STAR ALLIANCE - companhias aéreas:

  • Adria Airways (Eslovénia)
  • Aegean Airlines (Grécia)
  • Air Canada (Canadá)
  • Air China (China)
  • Air India (Índia)
  • Air New Zealand (Nova Zelândia)
  • ANA (Japão)
  • Asiana Airlines (Coreia do Sul)
  • Austrian Airlines (Áustria)
  • Avianca (Colômbia, El Salvador, Peru, Costa Rica, Brasil)
  • Brussels Airlines (Bélgica)
  • Copa Airlines (Panamá)
  • Croatia Airlines (Croácia)
  • Ethiopian Airlines (Etiópia)
  • EVA Air (Taiwan)
  • LOT Polish Airlines (Polónia)
  • Lufthansa (Alemanha)
  • SAS Scandinavian Airlines (Dinamarca, Suécia e Noruega)
  • Shenzhen Airlines (China)
  • Singapore Airlines (Singapura)
  • South African Airways (África do Sul)
  • Swiss International Air Lines (Suíça)
  • TAP Portugal (Portugal)
  • Thai Airways International (Tailândia)
  • Turkish Airlines (Turquia)
  • United Airlines (EUA).

ALIANÇAS AÉREAS - ONE WORLD



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            oneworld - companhias aéreas:

  • American Airlines (Estados Unidos)
  • British Airways (Reino Unido)
  • Cathay Pacific (Hong Kong)
  • Finnair (Finlândia)
  • Iberia (Espanha)
  • Japan Airlines (Japão)
  • LATAM (América Latina)
  • Malaysia Airlines (Malásia)
  • Qantas (Austrália)
  • Qatar Airways (Qatar)
  • Royal Jordanian (Jordânia)
  • S7 Airlines (Rússia)
  • SriLankan Airlines (Sri Lanka)

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Experiências fascinantes em Omã

Partilhamos esta publicação de Filipe Morato Gomes, por quem temos uma grande estima:
"Olá,
Já em Portugal e a pensar nas próximas viagens, continuo por agora a partilhar as minhas experiências em Omã. Trata-se de um país fascinante, bonito e muito diversificado, com um povo afável e hospitaleiro. Além disso, é ainda turisticamente pouco explorado, razão pela qual vale a pena escolher Omã como possível destino de viagem o quanto antes.
Depois de falar do incrível mercado de cabras de Nizwa, durante esta semana os novos posts concentraram-se nos wadis do norte de Omã, nomeadamente o Wadi Bani Khalid e o Wadi Shab, onde tomei belos banhos em águas límpidas verde-esmeralda; e também na zona montanhosa de Jebel Shams, onde fiz o belíssimo Balkony Walk. Tudo experiências absolutamente recomendáveis. Ora veja:

  • Porto: 6, 7 e 13 de janeiro 2018
  • Lisboa: 17, 18 e 24 de fevereiro 2018

De resto, desafiei os meus colegas na Nomad, Tiago Costa e Eduardo Madeira, a partilharem a sua experiência de trekking nas montanhas Tien Shan, no Quirguistão. O texto é o resultado de uma aventura exploratória para uma nova viagem da agência, acabada de anunciar.
A propósito, para quem adora viajar e gostaria de escrever mais sobre essas viagens, lancei há dias as primeiras datas para os workshops de Escrita de Viagens em 2018 (+ informações por email):
Por último, aproveito para relembrar que a melhor forma de ajudar o Alma de Viajante a manter-se vivo e sem publicidade é usando os links que disponibilizo no blog para fazer as suas reservas. Para si é igual e não paga nem mais um cêntimo / centavo, mas para mim faz toda a diferença (recebo uma pequena comissão dessas empresas e, grão a grão...). Nomeadamente:
Muito, muito obrigado! 
Grande abraço e boas viagens,
Filipe Morato Gomes"

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Conhecer Viana e os seus garranos

Fonte: Pinterest
A Câmara de Viana inaugurou o Percurso Equestre da Ribeira Lima, onde pode percorrer um total de 16km, compreendidos entre Lanheses e a cidade de Viana, às costas de conhecida raça autóctone da região: o garranho, cavalo mais pequeno que o "normal", extremamente robusto e muito utilizado na agricultura. Caso não aprecie montar, é possível realizar este mesmo percurso a pé. Esta iniciativa insere-se na sequência de um projecto de valorização do chamado "pónei da serra", fomentando o turismo equestre. Ao longo do Percurso Equestre da Ribeira Lima, poderá passar por zonas fluviais e estuarinas, repletas de biodiversidade. Todas essas zonas estarão devidamente sinalizadas como pontos de interesse. 

Pretende-se que em 2018 sejam inaugurados mais dois trilhos, sendo um deles no litoral e outro entre duas freguesias próximas.

Fonte: Público

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Fomos de férias, à descoberta das suas próximas viagens: As férias da Laura


VIAGENS QUE DESPERTARAM OS SENTIDOS DA LAURA


Indonésia e Marrocos - paisagens, vivências, sons, cheiros... a Laura foi na senda de experiências impactantes!
Assim que aterrou na paradisíaca ilha indonésia de Bali, a Laura foi descobrir os imensos campos de arroz em Ubud, uma cidade “espectacular, muito cultural e muito espiritual”. Se apreciar o contacto com animais, pode também andar de elefante no Bali Elephant Camp. Caso seja adepto de tranquilidade, a Laura recomenda-lhe Nusa Dua, onde pode encontrar praias de mar calmo e areia branca e fina: um verdadeiro paraíso. A Laura terá ainda muito gosto em falar-lhe dos melhores hotéis onde ficar em Bali e Lombok: ela foi espreitar (quase) todos precisamente para poder conhecer os melhores para si!
Em Marrocos, a Laura encontrou uma pluralidade de vivências: foi princesa nos palácios de Meknes, artesã em Fez e uma autêntica mulher de negócios nos mercados. O esplendor imperial de Marrakech não deixa ninguém indiferente. Alguma vez viu um pôr-do-sol nas dunas? Aqui, é possível fazer isso e muito mais: que tal um passeio de dromedário e acampar uma noite no deserto?